quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Aprenda a investir em ações

Para investir em ações, é necessário, em primeiro lugar, procurar uma corretora de valores mobiliários – a maioria dos bancos tem uma ou pode indicar uma corretora parceira. A escolha do corretor é muito importante, pois, além de administrar o seu dinheiro, ele é quem irá orientar suas primeiras aplicações.

A maioria das corretoras exige que seja investido um valor mínimo na primeira compra de ações, mas isso não é regra. Também são cobradas taxas de administração e cada corretora tem seus próprios custos. Por isso, o ideal é pesquisar os preços e avaliar quais serviços são oferecidos.

O segundo passo é escolher as ações das empresas que serão compradas. O corretor pode ajudar a descobrir o que é melhor para você.
Feito isso, comece a acompanhar informações sobre o mercado financeiro para saber se as ações compradas por você estão se valorizando e se você irá mantê-las ou vendê-las para comprar papéis de outra empresa. Para fazer isso, o investidor entra em contato com a corretora e envia uma ordem de compra ou de venda das ações.

O valor equivalente às ações que foram compradas será descontado de uma conta aberta pela corretora em seu nome. Em seguida, as ações serão depositadas na chamada conta de custódia, na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), instituição responsável pela venda e pela guarda (a custódia) das ações.

Créditos: R7

Microsoft anuncia acordo com Twitter e Facebook

xbox-facebook-twitter A Microsoft anunciou acordos com o serviço de microblogs Twitter e com a rede social Facebook para que as informações dessas duas ferramentas sejam disponibilizadas em tempo real no seu site de buscas, o Bing.com. Yusuf Mehdi, que dirige a divisão de audiência online da Microsoft, afirmou que dados do Twitter vão aparecer no Bing a partir de hoje, enquanto o acordo com o Facebook ainda não tem prazo para começar.

O anúncio foi feito durante uma apresentação na conferência Web 2.0, em São Francisco, Califórnia (EUA). A Microsoft não revelou os termos financeiros dos dois acordos. A importância da busca em tempo real cresceu em meio à explosão de popularidade de serviços como o Twitter e o Facebook, que permitem que os usuários enviem mensagens curtas.

Esse segmento surgiu como uma potencial área de crescimento para gigantes de busca na internet, que esperam que a busca em tempo real ajude a aumentar as propagandas online por permitir a publicação de anúncios que visam consumidores interessados em notícias de última hora e em assuntos "quentes". Há quem acredite que dados e buscas em tempo real podem se transformar em um mercado de bilhões de dólares. As informações são da Dow Jones.

Créditos: Agência Estado

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Entenda como funciona a poupança

A poupança é uma forma de guardar o dinheiro e manter o seu valor corrigido, sem correr risco. É a aplicação mais simples do país. O rendimento é recebido uma vez por mês, na data de aniversário da caderneta.

A rentabilidade é de 0,5% ao mês mais a variação da TR (Taxa Referencial). O capital é garantido até o valor de R$ 60 mil por meio do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Sobre os ganhos, não é cobrado imposto.

Em maio de 2009, o governo anunciou mudanças importantes nas regras da poupança, que passam a valer a partir de 2010. As principais: os ganhos só ocorrerão se o investidor esperar até a data de aniversário da caderneta. Se retirar o dinheiro um dia antes, perderá todo o ganho do mês.

A remuneração continua sendo feita da mesma forma. Mas a cobrança de imposto muda: antes, o dinheiro era isento de Imposto de Renda. Com as novas regras, será cobrada uma alíquota que varia de 15% a 22,5% sobre os valores guardados acima de R$ 50 mil.

Por isso, a partir do ano que vem será necessário fazer as contas para saber se a opção de investimento valerá a pena. O governo estabeleceu o percentual mínimo de 0,5% ao mês de rendimento para começar a cobrar o imposto. Sobre o valor correspondente a esse percentual, será descontado R$ 250.

Quando o valor do lucro ficar acima do equivalente a 0,5% ao mês, será cobrado um percentual de imposto que dependerá da taxa Selic (taxa básica de juros da economia brasileira).

As novas regras só valem enquanto a Selic se mantiver acima de 7% ao ano. Ou seja, se os juros continuarem em queda, o governo pode mudar novamente as regras para quem aplica na caderneta.

Créditos: R7

Facebook e Twitter apoiam regras para web nos EUA

Os populares sites Craigslist, Twitter e Facebook expressaram apoio a uma estrutura aberta para a internet que será revelada por autoridades regulatórias dos Estados Unidos nesta semana.

São parte de um grupo de duas dúzias de empresas de tecnologia, entre as quais Google e Amazon.com, que escreveu uma carta ao presidente da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC, na sigla em inglês) em apoio a uma proposta da organização que restringirá o direito das operadoras de redes a favorecer certas formas de conteúdo, tanto em plataformas online quanto abertas.

O conselho da FCC, composto por três democratas e dois republicanos, deve votar na quinta-feira sobre a apresentação de propostas formais quanto à chamada "neutralidade da rede".

Os advogados da neutralidade da rede alegam que os provedores de acesso à internet precisam ser impedidos de bloquear ou desacelerar tráfego com base em critérios relacionados a conteúdo, porque algumas formas de conteúdo geram mais receita que outras.

Mas os provedores afirmam que o crescente volume de serviços que ocupam muita banda, como os arquivos de vídeo, requerem medidas ativas para a administração de suas redes.

"Pela maior parte da história da internet, as regras da FCC vêm garantindo que os consumidores possam escolher o conteúdo e serviços que desejam em suas conexões de internet", afirmaram os sites.

"Uma internet aberta alimenta um mercado competitivo e eficiente, no qual os consumidores tomam as decisões finais sobre que produtos obtêm sucesso e que produtos fracassam", acrescentaram.

Uma decisão final quanto à neutralidade da rede não deve surgir antes do segundo trimestre do ano que vem, depois de um período prolongado para comentários públicos.

LinkedIn, EchoStar, Skype (controlada pelo eBay e TiVo também são signatários da carta.

Diversos legisladores democratas e republicanos, entre os quais o grupo de lideranças negras do Congresso, instaram Julius Genachowski, o presidente da FCC, a agir com cautela.

Fonte: Reuters

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Econômia prevê um natal "gordo"


O comércio se prepara para um Natal gordo depois de passada a crise. Pelo menos R$ 140 bilhões (US$ 77,8 bilhões), quase 20% a mais que no ano passado, deverão ser despejados na economia até dezembro com o pagamento do 13º salário e a maior oferta de crédito ao consumidor. De olho nessa bolada, as lojas já ampliaram em até 20% as encomendas de eletrodomésticos, eletrônicos e itens de informática.
Para atender a demanda crescente, as indústrias da Zona Franca Manaus (AM), o principal polo de produção de bens duráveis do País, vão contratar cerca de 3 mil trabalhadores temporários neste fim de ano. "Naquela época tinha muitas nuvens negras no horizonte. O que se vê agora é uma economia em crescimento, com o emprego sendo retomado e a inadimplência se reduzindo", afirma o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Contabilidade e Administração (Anefac), Miguel Ribeiro de Oliveira.
Estimativa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) indica que o pagamento do 13º salário deve injetar R$ 75,8 bilhões (US$ 42,1 bilhões) na economia até dezembro. A perspectiva de ter mais dinheiro no bolso e o menor risco de desemprego mudaram o humor do brasileiro. O Índice de Confiança do Consumidor apurado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) atingiu 111 pontos em agosto e praticamente voltou ao nível pré-crise. "O Natal vai coroar a recuperação da indústria iniciada no segundo trimestre", afirma o coordenador das sondagens do consumidor e da indústria da FGV, Aloisio Campelo.
Ele sustenta essa previsão com números. Um recorte especial da sondagem industrial da FGV feita a pedido do Estado mostra que a demanda prevista entre agosto e outubro pelas indústrias de eletrônicos, eletrodomésticos e calçados já supera a do mesmo período de 2008. O grande destaque é para os eletrônicos, que incluem as TVs. De acordo com a sondagem, 95% dessas indústrias preveem uma demanda maior por seus produtos entre agosto e outubro deste ano, enquanto só 48% delas traçavam esse cenário para o mesmo período de 2008.

Créditos: Folha

sábado, 12 de setembro de 2009

R7: O Brasil ganhará mais um megaportal na internet


A Record decidiu investir pra valer na internet, criando o megaportal R7.
O endereço e o logotipo de seu novo portal de notícias já está definido e o site já está no ar parcialmente, e deve estrear por completo nas próximas semanas.
O novo veículo fará frente aos já consolidados UOL, Terra, IG e G1, ainda que a empresa não confirme que se tratará de uma “concorrência direta”.
Segundo a edição 697 do Jornalistas & Cia, foram contratados mais de 40 profissionais para produzir conteúdo ao novo empreendimento; deste grupo, a maioria deles veio dos três websites rivais já citados, ou com veículos com experiência na cobertura online, como Folha de S.Paulo, Reuters e Abril.com.
A Record já anunciou que o R7 reunirá vídeos da Record News, seu canal de TV com notícias 24 horas, além do que será produzido pelos profissionais do site.
A previsão oficial é de que o chamado “megaportal de notícias” entre no ar por completo neste segundo semestre.
Quem estiver interessado em acompanhar os passos do R7 pode cadastrar o próprio endereço de e-mail na página inicial.
Conheça: www.r7.com

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Google propõe sistema de micropagamentos para jornais

Grandes veículos da mídia impressa têm lutado para concorrer com o conteúdo gratuito da internet e, alguns casos, sofrem com o medo de obter prejuízo. Mas isso deve mudar. Pelo menos se um plano proposto pelo Google achar de fato a solução para tornar os sites de jornais rentáveis.
A Associação de Jornais dos Estados Unidos (NAA) solicitou recentemente à companhia e a outros grupos como Microsoft, IBM e Oracle uma saída para permitir a cobrança pelos acessos a notícias na internet.
O Google foi a primeira empresa a propor uma solução viável chamada de micropagamentos em que são cobrados valores inferiores a US$ 0,50. Seu projeto deve derivar do já existente GoogleCheckout.
A principal dificuldade era encontrar um sistema de transações financeiras online que permitisse a transferência de quantias tão pequenas sem despesas muitos altas.
No documento de resposta à Associação Americana de Jornais, o Google afirmou que os conteúdos mais importantes podem se tornar uma fonte de renda sustentável e que "aberto a todos" não precisa significar necessariamente "gratuito”.
A plataforma para pagamentos online do Google ainda está em fase de desenvolvimento, mas seu lançamento está previsto para 2010.
Créditos: Terra

sábado, 29 de agosto de 2009

150 milhões terão acesso à banda larga no Brasil em 2014

A diretoria da Telebrasil e os principais líderes do setor de Telecomunicações se reuniram na noite desta quinta-feira (27), no Guarujá (SP), para discutir o acesso à web via banda larga.
No evento, foi elaborada a Carta do Guarujá, que estabeleceu uma série de propostas para o tema. Em resumo, até 2014, estima-se que 150 milhões tenham acesso à banda larga o que representaria 75% da população brasileira.
O documento ainda propõe o estabelecimento de um "Plano Nacional de Banda Larga" que "apresente de forma clara a prioridade nacional quando ao desenvolvimento de políticas públicas que promovam a evolução do marco legal, regulatório e de relações de consumo para incentivar o investimento em redes, soluções e aplicações voltadas à utilização da tecnologia".

Entre os pontos centrais do documento estão:

1) A desoneração tributária dos serviços, investimentos e dispositivos nos planos federal, estadual e municipal;
2) A redefinição de limites de competência normativa estadual e municipal para imposição de restrições de natureza urbanística e ambiental para a implantação de infraestrutura de telecomunicações;
3) A adequação de regras e custos de direitos de passagem e de uso do solo em vias públicas e áreas de domínio da União, Estados e Municípios;
4) A alocação de novas faixas de radiofrequências para a construção das redes de acesso em banda larga e sua disponibilização ao mercado a custos adequados e de forma a não prejudicar concorrentes estabelecidos em condições mais onerosas; e
5) A oferta ao mercado de novas outorgas de prestação de serviço e a eliminação de restrições de acesso a tais outorgas em virtude da detenção de outras outorgas ou da origem do capital da empresa.

As informações são do site Convergência Digital

sábado, 8 de agosto de 2009

Windows 7, saiba tudo:

O que é?

Se você ainda não ouviu falar, o Windows 7 é a mais nova versão do sistema operacional da Microsoft. Com ele, vêm algumas mudanças substanciais no modo de se enxergar o sistema líder em vendas. Os elementos visuais que já sofreram várias mudanças na versão Vista, agora estão totalmente diferentes no Windows 7. As barras estão mais cristalinas e os ícones estão em evidência maior.
As primeiras impressões obtidas com o sistema foram bastante positivas e muito foi investido no aspecto visual. O modo de gerenciamento de telas está mais bonito e fácil. Basta passar o mouse sobre a aplicação desejada para visualizar as diferentes telas ou abas, no caso dos navegadores.
Outra novidade interessante do Windows 7 é a integração com as telas sensíveis ao toque. Como já pudemos perceber, a tecnologia touchscreen chegou para ficar e o sistema operacional deve ser compatível com o hardware para que tudo funcione corretamente. Por isso, não haverá nenhum problema com a adaptação – o Windows 7 está pronto para receber as pontas dos seus dedos.

Quando o Windows 7 chega ao mercado?

De acordo com o anúncio feito pela Microsoft, o lançamento oficial do Windows 7 está agendado para o dia 22 de outubro de 2009 também para o Brasil. Entretanto, a intenção de lançar em território nacional é exatamente igual àquela que será distribuída na Europa. A proposta do Windows 7 "E" foi recusada pela Microsoft, que já havia adequado o sistema operacional para a exigência de uma lista de navegadores ao invés de disponibilizar apenas o Internet Explorer 8.

O que foi o Windows 7 "E"?

Vender um produto em conjunto com outro a fim de conquistar uma parcela do mercado pode ser encarado como uma ação de truste. Os trustes são vistos com maus olhos e são ilegais, uma vez que pretendem manter uma fatia dominante do mercado para si, dificultando a livre concorrência entre empresas, marcas e serviços.
Por isso, a Comissão Europeia estabeleceu que o novo Windows deveria ser comercializado em território europeu sem o Internet Explorer. Dessa maneira, o usuário é livre para escolher o navegador que quiser e não será “obrigado” a comprar os serviços de um navegador o qual ele não faz uso.
O Windows Vista passou por uma situação semelhante também na Europa. Foi necessário comercializar uma versão sem o Windows Media Player e outros recursos audiovisuais ou ligados à reprodução multimídia. A versão diferenciada chamava-se Windows Vista "N".

Quais serão as versões? Quanto cada uma irá custar?

Ao contrário do que muitos esperavam, o Windows 7 terá várias versões – precisamente, serão 6. Agora sem a versão europeia do sistema operacional, a contagem tem versões exclusivas para países da América Latina, Ásia e África. A explicação encontrada por Mike Ybarra, gerente geral da Microsoft, é de que caso existisse uma versão única, seria muito mais complicado agradar ao bilhão de usuários do sistema. De maneira simples, podemos listar as versões da seguinte maneira:
Windows 7 Starter – pacote doméstico básico
Windows 7 Home Basic – pacote doméstico intermediário
Windows 7 Home Premium – pacote doméstico completo
Windows 7 Professional – pacote corporativo básico
Windows 7 Enterprise – pacote corporativo intermediário
Windows 7 Ultimate – pacote corporativo completo

Entretanto, se você preferir fazer upgrades das versões anteriores do sistema operacional, o preço é de US$50 dólares para as versões Home (Domésticas) e US$ 100, para as versões Pro (Corporativas). Para comprar os pacotes, você desembolsará US$ 119 em versões Home ou US$ 199 nas Pro. Não houve anúncio de preços em reais por parte da Microsoft – por enquanto, devemos esperar.
Vale a pena lembrar que só é permitido fazer upgrade a partir de versões inferiores ou iguais àquela que se pretende. Se você possui o Windows Vista Ultimate e deseja fazer o upgrade para o Windows 7 Home Premium, não conseguirá devido ao conflito de versões. O sistema de atualizações só funciona para versões inferiores ou iguais à que se pretende.
Todas as versões também serão vendidas através de pré-instalações em computadores.

Quanto o Family Pack, existe alguma previsão de lançamento no Brasil?

De acordo com a própria Microsoft, haverá sim um pacote do Windows 7 Home Premium que dá direito à instalação em até três computadores domésticos. Assim como as outras versões do sistema operacional, o Family Pack estará disponível para venda nos Estados Unidos e alguns outros países ainda não confirmados a partir do dia 22 de outubro. O preço estipulado para este pacote é de US$ 149 – ainda não houve divulgação de quanto este mesmo pacote custaria no Brasil tanto quanto se ele estará disponível para venda no país.

Fonte: Baixaki

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Faturamento de supermercados cresce 5,3%


Com o bom desempenho das vendas de supermercados no primeiro semestre, a associação do setor reviu a previsão para o crescimento do faturamento em 2009 de 2,5% para 4,5%. Nos primeiros seis meses deste ano, o aumento, já descontada a inflação, chegou a 5,3%. Segundo o presidente da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), Sussumu Honda, a projeção foi revisada porque, quando a primeira foi feita, em janeiro, ainda havia um grande receio do impacto da crise.
Além da redução de IPI dos itens da linha branca, que aumentou as vendas nos hipermercados, a crise alavancou o faturamento com a permanência dos consumidores por mais tempo em casa, o que resultou em crescimento de 8,4% no volume vendido de cerveja no semestre, 9,6% no de suco de frutas pronto e 5,6% no de salgadinhos para aperitivos. Na média, a alta foi de 2,1%. Para o consultor Marcos Quintarelli, a estabilidade na economia deve reduzir um pouco o ritmo de crescimento no faturamento porque os consumidores tendem a dividir as despesas com produtos semiduráveis e duráveis.

Por: Folha de S. Paulo